13. setembro 2018

Curiosidade do sono

O experimento do jovem que ficou 11 dias sem dormir

O experimento do jovem que ficou 11 dias sem dormir

Quanto tempo uma pessoa pode passar sem dormir? Nos anos 1960, essa era uma pergunta que intrigava não só os cientistas, mas também os estudantes. Foi assim que, em janeiro de 1964, Randy Gardner e Bruce McAllister se aventuraram neste desafio para a feira de ciências da escola, mas com a ambição de registrarem seus nomes no Guinness Book.

Saiba tudo sobre o experimento!

A cobaia

Com apenas 17 anos na época, os dois jovens decidiram quem seria a cobaia por cara ou cora.

Randy foi o escolhido, e sua meta era superar a marca de 260 horas sem dormir, alcançada por um DJ de Honolulu. O resultado da experiência dos adolescentes já é conhecido: 264 horas e 25 minutos seguidas sem descanso, o que equivale a pouco mais de 11 dias completos.

Randy Gardner

O objetivo do experimento

No início, os estudantes queriam estudar os efeitos da falta de sono nas habilidades paranormais. Porém, perceberam que isso não era viável e optaram por estudar os efeitos da falta de sono nas habilidades cognitivas e físicas.

Supervisão científica

Preocupados em causar algum dano à saúde do estudante, ou até mesmo que ele chegasse à morte, Randy Gardner e Bruce McAllister contaram com William Dement, hoje professor emérito da Universidade de Stanford, na Califórnia, para acompanhar o experimento. Naquele ano, William começava a pesquisar a ciência do sono.

Bruce McAllister

Momentos críticos

O período da noite era sempre um momento crítico para eles, já que as atividades eram escassas. Durante o dia, eles jogavam basquete e se mantinham em constante movimento.

Momentos críticos

Além de realizar atividades físicas, os jovens testaram os sentidos sensoriais: paladar, olfato e audição. Logo perceberam que tais habilidades começaram a ser afetadas, assim como o humor. Houve até períodos de alucinações. No entanto, a aptidão para o basquete aumentou.

Teste de paladar

Pós-experimento

Depois de atingir seu objetivo, Randy passou 14 horas seguidas dormindo. Com o passar dos dias, ele retomou seus padrões de sono e, incialmente, não apresentou nenhum problema. Porém, depois de certo tempo, passou a sofrer de insônia.

Lições para a ciência

Naquela época, um hospital do Arizona enviou um computador que detectou que partes do cérebro de Randy alternavam o descanso, isto é, mesmo acordado, algumas partes eram renovadas.

O nome deles ficou para sempre na história do Guinness.

Leia também: Conheça os diferentes tipos de insônia

Imagens: BBC, Mega curioso

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